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Festas e Cultura

Marujada:

A marujada compôe-se de 22 homens, podendo chegar ao número de 24. Um mestre, um contra-mestre, um piloto, dois caxeiros, um sanfoneiro, dois calafates (crianças) e quatorze marujos. A média de idade dos marujeiros, é de aproximadamente 45 anos, e normalmente é dado aos mais velhos posições de destaque. Além de integrantes da própria cidade, podem ser de cidades vizinhas.
O mestre vai à frente, comandando com um apito o início e término das músicas e coreografias. Com sua manguara, risca no chão as complicadas evoluções. O piloto vem logo atrás, pelo centro, entre as duas filas de marujeiros. O contra-mestre dispôe-se também pelo centro, mas no final das duas filas, como se protegesse a retaguarda. Um caixeiro principal, que é o repicador (por causa de seu toque repicado na caixa de guerra), dispôe-se ao lado direito do mestre. Do lado esquerdo, o sanfoneiro. Atrás do caixeiro repicador e sanfoneiro vêem os calafates, crianças de no máximo 14 anos. Outro caixeiro vem atrás do último calafate. Os marujos completam as filas.

Os instrumentos usados são: uma sanfona, duas caixas de guerra, pandeiros, chocalhos e maracas. As caixas de guerra são o forte do ritmo, e os outros instrumentos completam o batuque. A sanfona embala a música, fazendo o solo com o mestre. Atualmente o município possui uma versão da marujada, da região de Gororós e Cachoeira. Está na estrada há 35 anos e possui 25 integrantes, sendo destes apenas 3, os músicos, homens. Os instrumentos utilizados são pandeiros, pelas marujas, e caixa, violão e sanfona, pelos músicos.
Tendo surgindo na época de uma coroação da mãe de uma das integrantes, já se apresentou na sede de Dom Joaquim, Gororós, Alvorada de Minas, Ribeirão de Areia.

 

Zabelê:

A Zabelê, uma boneca inicialmente muito alta e magra, já teve seu tempo de proibição na cidade. A prefeitura decidiu pela proibição devido aos estrados à fiação elétrica das ruas por onde passava. Então, a boneca passou a ser gorda e mais baixa. Mesmo com a troca da fiação elétrica, nas ruas, por outra mais elevada pela CEMIG (Centrais Elétricas de Minas Gerais), a Zabelê continuou a ser baixa e gorda.
Há alguns anos o tamanho e corpo originais foram restaurados, já quase esquecidos pela população donjoaquinense.

 

Boi Caracú

       O Boi Caracú guarda poucas semelhanças com o Bumba-Meu-Boi da região nordeste. O boi Caracú é pobre, com poucos recursos visuais e bem resistente. Inicialmente dançava ao som de sanfona e de caixa de guerra, e a sua finalidade é assustar as pessoas com a desenfreada carreira e possíveis tombos, do perseguidor ou do perseguido. Os perseguidos refugiavam-se na Marujada, que ocorria simultaneamente.

O Bumba-Meu-Boi é totalmente bordado, cheio de cores vivas, e durante a apresentação há a encenação de sua vida, morte e ressurreição. Vários instrumentos tocam enquanto ele desenvolve sua dança, como o violão, rabeca, harmônica, sanfona, gaita gaúcha.

 

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